Boa Tarde à todos leitores e leitoras!
Hoje estamos dando dicas de realizar uma ótima prova (vestibulares e etc)
1- Estudar sempre é fundamental
2- Planeje o seu programa de estudos
3- Estude todos os dias (o ideal seria de segunda à sexta-feira, em horários alternados)
4- Caso você trabalhe e estude ao mesmo tempo, divida os fins de semana pela manhã (sábados se possível, sob todo planejamento).
5- Estude o conteúdo desde o início de suas classes
6- Faça exercício físico
7- Alimentação saudável
8- Durma pelo menos 8 horas por dia
9- Evite bebidas que contenham cafeínas, principalmente para o descanso.
10 - Mantenha perfeita leitura e atualização
11- Em tempos de estudo, estude pelo menos de uma hora à 2 horas, com intervalo de 05 à 10 minutos
12 - Se mantenha organizado, descansado e pontual.
13- Perto de provas, revise todo o conteúdo de forma planejada e flexível.
14-Realize grupos de estudos
Em véspera de prova
1-Durma e descanse bastante
2-Jamais tente fazer algo cansativo
3- Mantenha coisas planejadas e organizadas
4- Beba muito líquido
5-Jamais estude
6-Procure programas leves e principalmente culturais
7- Pratique sua fé e religiosidade
8-Procure meios e formas possíveis de estar ao local da prova
9-Manter alimentação balanceada e saudável
No dia da prova
1-Acorde cedo e bem descansado
2- Evite cafeína e gordura
3- Mantenha organização e postura
4- Seja pontual em tudo
5- Pratique sua fé e religiosidade
Na hora da prova
1- Leia e revise todo conteúdo
2- Quando der branco, pratique e lembre formas rápidas e ideias da questão
3- Pratique sua religião (leve algo que exerça sua fé)
Design Educa
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Dicas de Português
A NÍVEL DE, EM NÍVEL DE ou AO NÍVEL DE?
1. INACEITÁVEL. O grande erro quanto ao uso da expressão “a nível de” é sua utilização em situações em que não há “níveis”: “A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido”; “A nível de sentimento, isso é irreversível”; “A nível de relatório, só devemos descrever o essencial”; “A nível de gramática, isso está errado”…
2. ACEITÁVEL. Podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de diretoria” (=a empresa deve ter outros níveis hierárquicos); “Isso só acontece em nível municipal” (=poderia ser em nível estadual ou federal).
A expressão “ao nível do mar” é perfeitamente aceitável.
2h OU 2hs? 1h30m OU 1h30min OU 1h30?
Observação do leitor: “Noto um grande erro no emprego das unidades e grandezas físicas. As unidades são normatizadas por organismos internacionais e obedecidas no Brasil por lei e também pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) nas suas edições de terminologia.”
Leitor tem razão. Vejamos alguns exemplos:
Velocidade = 90 km/h (noventa quilômetros por hora);
Comprimento ou distância = 1m (um metro); 2m (dois metros);
Tempo = 1h (uma hora); 2h (duas horas),
21h30min (vinte e uma horas e trinta minutos),
5h51min33seg (cinco horas, cinquenta e um minutos e trinta e três segundos);
Massa = 1g (um grama); 200g (duzentos gramas).
Pronúncia e grafia de TRANSA
Leitora pergunta: “É quanto à palavra TRANSA. Se sua grafia é com “s” entre vogal e consoante, porque sua pronúncia é como de um “z”, coisa que deveria ocorrer se o “s” estivesse cercado de vogais? Será alguma exceção à regra ou um mero caso de ter se popularizado uma pronúncia equivocada?”
Nem uma coisa nem outra. Não é uma exceção nem a pronúncia está errada.
Estamos diante de uma dúvida muito frequente, causada por conclusões indevidas. Todos nós aprendemos que a letra “s” entre vogais deve ser pronunciada como “z”: casa, mesa, gostoso, usar… Até aí, tudo bem.
O problema é que algumas pessoas tiram algumas conclusões erradas:
1a) O som de “z” entre vogais deve ser grafado sempre com a letra “s”. Isso não é verdade: azar, prazer, gozar, granizo…
2a) Que a letra “s” só representa o fonema “z” quando fica entre vogais. Também não é verdade: trânsito, transatlântico, transação…
Contagem REGRESSIVA ou PROGRESSIVA?
Observação do leitor: “Apontando a arma para a nuca ou pescoço das vítimas, ele fazia contagem regressiva: 1, 2, 3, 4…”
Isso só comprova que há quem não saiba a diferença entre PROGREDIR e REGREDIR.
Ou, então, podemos concluir que é possível “progredir para trás” ou “regredir para frente”…
E agora, vamos começar uma contagem “progressiva”: 10, 9, 8, 7…
Não. Isso é contagem regressiva.
Reboliço ou rebuliço? Bucal ou bocal?
Depende.
Reboliço é “que tem forma de rebolo, que rebola”;
Rebuliço é “bagunça, grande barulho, agitação, desordem, confusão”;
Bucal é “relativo à boca” – “Ele está com problemas bucais (=na boca)”;
Bocal é “abertura de vaso, candeeiro, frasco, castiçal…” – “Pôs a lâmpada no bocal”.
Uso dos artigos antes dos TOPÔNIMOS
Pergunta de uma leitora: “Passamos por Botafogo ou pelo Botafogo? Estamos aqui nos referindo ao bairro, e não ao clube de futebol. Eu, por exemplo, acho que é por Botafogo. Mas, se isso estiver correto, por que passamos pelo Leblon? Como poderemos saber qual é a preposição certa? O que rege isso? Qual é a regra? Como poderemos saber se um bairro é masculino ou feminino?”
A dúvida não é quanto à preposição, e sim se devemos ou não usar artigo definido antes do nome dos bairros. Não há propriamente uma regra.
Aqui no Rio de Janeiro, por exemplo, nós dizemos:
Copacabana, Ipanema, Botafogo… = sem artigo;
a Tijuca, a Glória, a Barra… = com artigo feminino;
o Leblon, o Catete, o Méier… = com artigo masculino.
A dúvida permanece em nomes de cidades, estados, países…
Porto Alegre, São Paulo, Goiás, Portugal… = sem artigo;
a Bahia, a Paraíba, a Alemanha, a Inglaterra… = com artigo feminino;
o Recife, o Rio de Janeiro, o Irã, o Egito… = com artigo masculino.
Assim sendo, estamos corretíssimos quando “passamos por Botafogo ou pelo Leblon
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Bem vindo
Olá,
Neste blog, trataremos de assuntos especializados à educação e comportamento, atualizado todos os dias.
#FiqueLigado
Neste blog, trataremos de assuntos especializados à educação e comportamento, atualizado todos os dias.
#FiqueLigado
10 comportamentos insuportáveis no trabalho
Um bom relacionamento com as pessoas dentro do ambiente de trabalho é essencial tanto para a carreira como para a qualidade de vida. Mas manter um clima amistoso com os colegas profissionais nem sempre é fácil. Desagradáveis e até mal intencionados, alguns perfis desafiam a convivência com piadas excessivas, reclamações ou mesmo puxando o tapete dos outros. A psicóloga Juliana Saldanha, consultora de recursos humanos do Grupo Soma, orienta sobre as melhores reações. Selecionamos dez comportamentos insuportáveis no trabalho e dicas para lidar com cada um deles:
1. INJUSTIÇADA
Eles não gostam de mim
Reclamona, ela tem certeza que os chefes a perseguem – e percebe isso em cada olhar ou comentário. Passa muito tempo “alugando” os colegas com as suas lamentações. É extremamente sentimental e não tem foco no trabalho. Geralmente deixa a desejar profissionalmente, mas, mesmo assim, jura que é muito competente.
“O perseguido é um perfil difícil até porque não se sente assim só no profissional. Se um carro espirrar água de poça nela, também vai achar que é pessoal. Mas fugir das responsabilidades, ser a vitima, às vezes é insegurança”, aponta Saldanha. O segredo é não entrar na onda e começar a reclamar dos chefes também.
2. FALSO BONZINHO
Essa é a equipe mais bonita do prédio
Parece um anjo à primeira vista. Cordial, faz questão de estabelecer boas relações com todos os níveis hierárquicos. Cedo ou tarde você ficará sabendo de intrigas pesadas feitas pelas costas envolvendo o seu nome. Ele vai negar tudo e sair pela tangente. Mas não se engane, mês que vem tem mais!
O famoso “duas caras” é mais um caso de insegurança, segundo a consultora. “Acredita que para crescer não pode ser ele mesmo. Devemos evitar generalizações, mas normalmente essa pessoa tem segundas intenções e quer levar vantagem”, diz ela. Mas não tente desmascarar o “anjinho”. É melhor manter distância.
3. FOFOQUEIRA INCORRIGÍVEL
Tenho uma boa pra contar
Ela parece um radar: está sempre por dentro de tudo que acontece na vida dos outros funcionários e, por isso, não dedica muito tempo ao trabalho. Tende a envolver as pessoas em suas falações e pequenas maldades. Critica a roupa e cabelo das colegas, mas no fundo inveja cada centímetro.
“Falamos que a pessoa tem que ter bom senso, mas isso é relativo porque as experiências de vida são diferentes”, avalia Juliana. Sair de fininho das conversas sobre terceiros é a melhor forma de agir. A fofoca só existe porque alguém está ali para ouvir. “Não precisa dizer que não quer falar com ela, mas sinalize que tem outras prioridades e não seja conivente. Busque neutralidade”, orienta.
4. PUXA-SACO BAJULADOR
Seu corte de cabelo está incrível
É um clássico no mundo corporativo. Em suas relações, classifica as pessoas por cargos – e o mais humilde não costuma receber atenção. Está sempre pronto para elogiar o chefe, mesmo que sutilmente, e extrai dessa prática a segurança que precisa para continuar empregado.
Nada de fazer igual para ganhar pontos! “Um chefe com vivência maior consegue perceber que está sendo bajulado”, diz Juliana Saldanha. Portanto, ninguém perde pontos para o puxa-saco. Existem pessoas solícitas naturalmente, sem forçar a situação. “Não se iguale nem seja ingênua”, recomenda a consultora.
5. OVERSHARING
Alguém tem remédio para prisão de ventre?
Ela (ou ele) fica falando de coisas que ninguém realmente quer saber – e normalmente num tom de voz que os obriga a isso. Usa o telefone da empresa para discutir com a madrinha, com o atendente da TV a cabo ou com a amiga que insiste em ficar com aquele cara que não a merece.
Se você der a mínima corda, a “oversharing” vai explicar seus problemas em detalhes, sem perceber que você está olhando para o outro lado. No limite, entram em assuntos constrangedores – escatológicos, sexuais, patológicos. “Ambiente corporativo não é consultório sentimental. Mas as pessoas só falam muito porque alguém escuta”, diz Saldanha. Com medo de passar por chato, quem ouve as histórias excessivas nem sempre consegue sinalizar que aquilo invade a liberdade do seu ouvido. A dica é cortar o assunto e não fazer comentários que vão aumentar o diálogo.
6. CARREIRISTA ESPERTINHO
Veja os meus projetos
Está no jogo para ganhar. Ser bem sucedido é quase uma obsessão. Fala o que os chefes gostam de ouvir e não pensa duas vezes ao passar a perna em alguém. Costuma ser competente em suas funções, mas extremamente desleal com os colegas.
A dica aqui é simples: nunca compartilhe ideias e projetos com ele, por mais bacana que possa parecer na mesa de bar. Ele vai roubar seus insights, não duvide disso. Se apegue aos assuntos genéricos, comente sobre o tempo, o programa de TV, o futebol...
7. ULTRASEXY
“Eu já fui modelo”
Ela “dá mole” para os caras, mas se faz de sonsa e desentendida se algum deles reage. No escritório, todo mundo percebe a paquera com o colega: risadinhas, brincadeiras de mão e outras práticas irritantes dominam o ambiente. Tem certeza que é a garota mais desejada da empresa, e tenta tirar algum benefício disso.
“Provavelmente ela não acredita na sua competência profissional. É preciso que a equipe seja assertiva para mostrar que não gosta daquilo”, recomenda Juliana. E evite qualquer elogio à maquiagem ou roupas que possa inflar ainda mais esse ego.
8. GALÃ OFICIAL
Cheguei, garotas!
Ele não anda pelo corredor, desfila. Não cumprimenta as colegas, joga beijos e piscadinhas. Conta vantagens na hora do almoço para os outros homens e, muitas vezes, mente descaradamente sobre “aquela gata da academia” que nunca existiu.
“Não fique achando que você é a rainha da cocada preta só porque o cara fez uma brincadeira”, diz a psicóloga. Geralmente não é pessoal, esse tipo tende a repetir as gracinhas com todas as outras meninas do andar. Mas se ele extrapolar ou passar dos limites, então expresse seu sentimento com clareza, mas de forma suave. Não é preciso brigar com o garotão bobo e ficar marcada no andar pela sua agressividade.
9. MATRACA SOLTA
Isso me lembra uma história ótima
Ela não para de falar e tende a ser inconveniente. Faz comentários (geralmente dispensáveis) sobre tudo e atrapalha a concentração dos colegas que querem trabalhar. Em reuniões, os chefes chamam sua atenção por estabelecer conversas paralelas.
Não entre no enredo que a pessoa está contando. Deixe que ela fale (quase) sozinha e mantenha os olhos na tela do computador ou folha do caderno. Dessa forma, ficará claro que você não está disponível e o assunto acaba mais facilmente. “Aos poucos as conversas vão diminuindo”, aposta Juliana.
10. PIADISTA SEM GRAÇA
Entenderam o trocadilho?
Não fez curso de palhaço, mas quer sempre ser o mais divertido. Tenta copiar o colega engraçado de verdade, que tem timing e boas sacadas, mas nunca consegue. O problema? Ele continua insistindo e torrando a paciência dos colegas com suas piadas tolas.
A principal lição é parar de dar risadas forçadas. O sorriso, mesmo amarelo, prolonga o constrangimento coletivo e dá corda para o falso comediante continuar seu show. “A comunicação envolve as duas pessoas. Se o cara está vendo algum sinal de espaço ali, então vai falar mesmo”, aponta Juliana Saldanha.
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